Corte de alumínio com laser de fibra versus laser de CO₂
Publicado: · Por XCM CNCvisualizações: 270
Os lasers de fibra e de CO₂ apresentam comportamentos diferentes ao cortar ligas de alumínio reflexivas. Esta comparação utiliza sistemas de 2,5 kW para cortar A5052 com nitrogênio e examina como a espessura da chapa altera a vantagem em termos de velocidade, a rugosidade da superfície de corte e as rebarbas na parte inferior. Além disso, ela lista as distâncias focais e as faixas de pressão do gás e explica por que o foco superficial favorece um feixe de fibra altamente concentrado em chapas finas, enquanto o ajuste do foco, o corte mais largo e a remoção do metal fundido reduzem a diferença de desempenho em chapas grossas. A unidade de velocidade informada pela fonte é mantida e claramente identificada para verificação técnica antes da publicação.
As ligas de alumínio refletem a energia do laser com grande intensidade; por isso, devem ser cortadas em máquinas equipadas com proteção antirreflexo. Compreender tanto a reflexão gerada na superfície da peça quanto o fluxo de calor resultante no interior do material ajuda a melhorar o desempenho do processamento e a qualidade do corte.
Desempenho observado
Velocidade de corte
Comparou-se a relação entre a espessura da chapa e a velocidade de corte ao utilizar lasers de fibra e de CO₂ de 2,5 kW para cortar a liga de alumínio A5052 com gás de assistência de nitrogênio. Quanto mais fina a chapa, maior a diferença de velocidade. Para uma chapa de 1 mm, os dados originais indicam uma velocidade de 4,5 m/min para o laser de CO₂ e de 27 mm/min para o laser de fibra. [A VERIFICAR: a fonte indica que a unidade do laser de fibra é mm/min.] À medida que a espessura aumenta, a diferença de velocidade diminui acentuadamente.
As principais condições de processamento foram as seguintes:
Laser de CO₂
Potência: 2,5 kW
Distância focal da lente de processamento: 5 polegadas
Gás auxiliar: nitrogênio
Pressão do gás auxiliar: 0,8–1,2 MPa
Laser de fibra
Potência: 2,5 kW
Distância focal da lente de processamento: 4 polegadas
Gás auxiliar: nitrogênio
Pressão do gás auxiliar: 0,6–1,2 MPa
Qualidade da superfície de corte
Assim como no corte de aço inoxidável, o laser de fibra produz uma superfície de corte mais áspera do que o laser de CO₂. Essa diferença aumenta à medida que a espessura da peça aumenta.
Não há diferença evidente entre o corte a laser de fibra e o corte a laser de CO₂ no que diz respeito à presença de rebarbas na parte inferior. À medida que a espessura aumenta, a formação de rebarbas é mais facilmente influenciada pela pressão do gás auxiliar e pela largura do corte obtida por meio do ajuste da posição do foco.
Por que ocorre essa diferença
Como o corte de chapas finas produz relativamente poucas rebarbas, os ajustes podem priorizar a capacidade de fusão. O ponto de foco é posicionado na superfície da peça (Z = 0), onde a densidade de energia do laser é mais alta. Um laser de fibra é, portanto, vantajoso, pois seu feixe pode ser focado em um ponto menor.
No caso de chapas grossas, porém, a prevenção de rebarbas exige o ajuste da posição focal, o alargamento do corte e pressão suficiente do gás auxiliar para expelir o metal fundido. Essas medidas reduzem a densidade de energia na zona de processamento, de modo que a diferença na velocidade de corte entre os lasers de fibra e os de CO₂ se torna menor.
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